segunda-feira, 21 de novembro de 2011

O que fazemos em segredo


por Bob Kaufin
Nesta manhã, uma das minhas leituras foi Mateus 6. Três vezes essas palavras chamaram minha atenção:
E teu Pai, que vê em secreto, te recompensará. (Mt 6.4,5,18)
Jesus usou essa frase quando estava falando sobre dar, orar e jejuar. Isso me fez pensar mais cuidadosamente sobre levar os outros a adorarem a Deus.
Tendo a pensar que as partes mais importantes da minha vida são aquelas que todos veem. Culto de domingo, conferências, eventos públicos. Gasto muito tempo me preparando para os momentos em que estarei em frente de pessoas. Tenho uma tendência de pensar que esses momentos devem ter um significado maior que aquilo que faço quando ninguém está olhando. Certamente Deus está olhando mais atentamente e mais é alcançado pra o Reino quando estou liderando grandes multidões que quando estou sozinho. Certo?
Talvez.
Como sempre, Jesus atravessa as minhas pressuposições. O que ele disse pode revolucionar como eu penso sobre ministério público.
1. Deus acha que o que faço quando ninguém está olhando é muito importante.
Tempo sozinho pode parecer tão trivial. É por isso que podemos preenchê-lo facilmente com atividades aparentemente inofensivas, como o Facebook, Twitter, videogames, TV, filmes, internet; ou atividades mais pecaminosas, como ver pornografia, guardar amargura ou cobiçar aquilo que não temos. Mas Deus vê tudo. Nosso Pai celestial vê o que fazemos em segredo. Meditar nisso consistentemente nos leva ao temor do Senhor.
2. As recompensas da eternidade são melhores que as recompensas desta vida.
Milhões de pessoas gastam suas vidas perseguindo objetivos, posses e vitórias que desaparecerão quando elas morrerem. Jesus nos conta um segredo. As recompensas pelas quais viver são aquelas que o Pai entregará no último dia. Neste momento, o número de meus leitores no blog, amigos no Facebook, seguidores no Twitter, ou fãs terá efeito nulo em minha posição diante de Deus. Então por que essas coisas são tão importantes para mim agora?
3. Ser recompensado pelo Pai é infinitamente mais importante que ser recompensado pelas pessoas.
Não há nada inerentemente errado em honrar aos outros e ser honrado. De fato, Deus nos diz para dar honra a quem é digno dela (Rm 13.7). O problema é quando procuramos e vivemos pelo louvor dos homens ao invés do louvor de Deus (Jo 5.41-44). Quando agimos espiritualmente para impressionar os outros, temos toda a recompensa que conseguiríamos. Quando, pela graça de Deus em Cristo, ouvirmos “muito bom” no último dia, perceberemos, em um momento, a única avaliação que importa.
Resumindo: se eu estimo minha maturidade somente pelo que faço quando os outros me veem, posso estar terrivelmente enganado sobre minha verdadeira condição diante de Deus.
Que possamos ser fieis para ajudar pessoas em nossas igrejas a lembrarem que nosso Pai Celestial vê e recompensa – o que fazemos em segredo.
Traduzido por Josaías Jr | iPródigo | Original aqui
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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Obediência


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Escolha



por Max Lucado 
Extraido do Livro: In The Eye of the Storm


"Escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua semente, amando ao Senhor, teu Deus, dando ouvidos à sua voz e te achegando a ele" Deuteronômio 30.19,20.
Ele, pôs uma pá de barro sobre a outra, até que surgisse no chão uma forma inanimada.

Tudo estava silencioso, enquanto o Criador penetrava em si mesmo, e retirava algo invisível. "Chama-se escolha. A semente da escolha".

Dentro do homem, Deus plantou a semente divina. Uma semente dEle próprio. O Criador havia criado, não uma criatura, mas outro criador. AquEle que escolhera amar criou aquele que, em troca, podia amar.

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sábado, 12 de novembro de 2011

Nunca estou só


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Dez conselhos sobre sexo para jovens


               
Por Billy Graham


1) Evite más companhias. Se você andar com maus elementos ficará dominado por eles. A Bíblia diz: "Retirai-vos do meio deles, não toqueis em coisas impuras" (II Co. 6).


2) Evite o segundo olhar. Você não pode controlar o primeiro, mas pode evitar o segundo, que se torna cobiça.


3) Discipline suas conversas. Evite piadas e histórias com sentido duvidoso. "As más conversações corrompem os bons costumes" (I Co 15:33)


4) Tenha cuidado com a maneira de vestir-se. Deve ser um assunto entre você e Deus as roupas que usa. Uma jovem recém-convertida falou: De agora em diante vou vestir-me como se Jesus fosse o meu acompanhante.


5) Escolha cuidadosamente os filmes e programas de televisão que assiste.


6) Tome cuidado com o que você lê. Muito da literatura contemporânea apela ao instinto sexual.


7) Esteja em guarda com respeito a seu tempo de folga. Davi tinha o tempo em suas mãos, viu Beteseba e caiu em complicações.


8) Faça uma regra de nunca se envolver em namoro pesado. Jovens cristãos deviam orar antes de cada encontro. A moça que tem Jesus Cristo em seu coração possui um poder sobrenatural para dizer "não" aos avanços de qualquer rapaz. E o rapaz que conhece Jesus Cristo tem poder para disciplinar sua vida.


9) Gaste muito tempo com as Escrituras. O salmista disse: "Guardo no meu coração a tua palavra para não pecar contra ti". (Sl 119:11). Memorize versículos e quando a tentação chegar, cite-os. A palavra de Deus é a única coisa à qual satanás não pode se opor.


10) Tenha Jesus Cristo em seu coração e vida. Deus o ama e uma forte fé Nele tem guardado muitos homens e mulheres de cometer imoralidades (I Jo 2:14)

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Estão jogando a bíblia no lixo



Por Renato Vargens 

Essa história de ministério apostólico, unção apostólica, além de apóstolos e apóstolas se multiplica a olhos vistos. Lamentavelmente parece que todo mundo resolveu ser apóstolo. Infelizmente na minha cidade, já tem um bocado destes, dentre estes, uma senhora chamada Sônia Oliveira que tomou pra si o titulo de apóstola ensinando doutrinas absolutamente antagônicas as Sagradas Escrituras, como atos proféticos,Lenço do Milagre e óleo sagrado da unção.


Sinceramente esses caras não tem mais o que inventar. Se não bastasse a ensandecida agressão ao vernáculo, além é claro da "forçação"de barra em ressuscitar o ministério apostólico, esses profeteiros, criaram o ministério da "apóstola".

Caro leitor, confesso que ao descobrir algumas coisas relacionadas a Igreja evangélica sou tomado por um enorme sentimento de desânimo. Ora, vamos combinar uma coisa? Esse pessoal tá passando dos limites, não é verdade?

Pois é, os que advogam a causa de que as mulheres podem ser ordenadas ao ministério pastoral, usam do texto da carta de Paulo aos Romanos onde afirmam que a saudação feita pelo Apóstolo a Igreja de Roma incluia uma mulher de nome Júnias.

Visando esclarecer de forma clara e prática o sentido verdadeiro de Rm 16:07, reproduzo abaixo a opinião do Rev. Augusto Nicodemos sobre o tema:

1. Júnias é masculino ou feminino?

A variante melhor atestada, segundo o texto grego da UBS, 4a. edição (e de Nestle-Aland, 27a. edição), é Iounia=n , acusativo de Júnia, masculino (atestada pelos manuscritos ) A B* C D* F G P, embora sem acentos). A variante (Júlia) é fracamente atestada, aparecendo apenas no p46 e em algumas versões antigas.

Numa pesquisa feita por computador nos escritos gregos existentes desde a época de Homero (século 9 A.C.) até o século 5 D.C. foram achadas apenas três ocorrências do nome Júnias, além de Romanos 16.7. Plutarco cita uma irmã de Brutus, chamada Júnias; Epifânio, o bispo de Salamina em Chipre, menciona Júnias de Romanos 16.7 como sendo um homem que veio a ocupar o bispado de Apaméia da Síria; e João Crisóstomo se refere a Júnias de Romanos 16.7 como sendo uma irmã notável até mesmo aos olhos dos apóstolos.

Os resultados são inconclusivos. Parece evidente que Júnias era nome tanto de homem quanto de mulher no período neo-testamentário. O problema é que não sabemos em que gênero Paulo o usou em Romanos 16.7. Isto explica o surgimento de variantes divergindo na acentuação, e o surgimento da variante , que é claramente uma tentativa de resolver a ambigüidade.

Se tivermos de tomar uma decisão, devemos dar mais peso à palavra de Epifânio, pois ele sabe mais sobre Júnias do que Crisóstomo, já que informa que Júnias se tornou bispo de Apaméia. Concorda com isto o testemunho de Orígenes (morto em 252 d.C.), que num comentário em latim à carta aos Romanos se refere a Júnias no masculino.

Nomes gregos masculinos terminando em -aj não são incomuns, mesmo no Novo Testamento: André (Andre/aj, Mt 10.2), Elias (Eli/aj, Mt 11.14) e Zacarias (Zaxari/aj, Lc 1.5). Para alguns comentaristas, Júnias é a abreviação de Junianius, um nome masculino — mas não há evidências claras disto. A conclusão é que não podemos saber com certeza se Júnias era uma mulher — mais provavelmente era um homem. É por isto que a maioria das traduções modernas, onde possível, traduzem Júnias como masculino (e não Júnia, feminino).

2. Era Júnias um(a) apóstolo(a)?

Mais uma vez perguntamos, é possível termos uma resposta definida para a pergunta "era Júnias um(a) apóstolo(a)?" Gramaticalmente, a expressão "os quais são notáveis entre os apóstolos" (oi(/tine/j ei)sin e)pi/shmoi e)n toi=j a)posto/loij) tanto pode indicar que Andrônico e Júnias eram apóstolos, quanto que eram tidos em alta conta pelos apóstolos existentes. E mesmo que aceitemos que eram apóstolos, ainda resta o fato de que a palavra apóstolo no Novo Testamento é usada, não somente para os Doze, para Paulo, e para algumas pessoas associadas a ele, como Barnabé, Silas e Timóteo (cf. At 14.14; 1 Ts 2.6), mas para mensageiros e enviados (este é o sentido primário de a)po/stoloj) de igrejas locais, como Epafrodito (Fp 2.25) e uns irmãos mencionados em 2 Coríntios 8.23. Estes não parecem exercer governo ou autoridade sobre as igrejas locais, eram simplesmente enviados por elas. Portanto, se Andrônico e Júnias eram apóstolos, deveriam pertencer a este tipo de mensageiros das igrejas locais, com um ministério itinerante. Estes "apóstolos" não tinham autoridade de governo em igrejas locais; antes, eram enviados por elas para desempenhar diferentes funções como representantes ou emissários.

Em última análise, só podemos afirmar com certeza, a partir de Romanos 16.7, que, quem quer que tenha sido, Júnias era uma pessoa tida em alta conta por Paulo, e que ajudou o apóstolo em seu ministério. Não se pode afirmar com segurança que era uma mulher, nem que era uma "apóstola", e muito menos uma como os Doze ou Paulo.

A passagem, portanto, não serve como evidência bíblica para a ordenação feminina no período apostólico. E essa conclusão está em harmonia com o fato de que Jesus não escolheu mulheres para serem apóstolos. Não há nenhuma referência indisputável a uma "apóstola" no Novo Testamento.

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