quinta-feira, 22 de setembro de 2011

John Piper: Aos Pregadores da Prosperidade


Por John Piper
Uma mudança fundamental aconteceu com a vinda de Cristo ao mundo. Até aquele tempo, Deus focou sua obra redentora em Israel com obras eventuais entre as nações. Paulo disse: “Nas gerações passadas, [Deus] permitiu que todos os povos andassem nos seus próprios caminhos” (Atos 14:16). Ele os chamou de “tempos da ignorância.”
“Não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda parte, se arrependam” (Atos 17:30).
Agora o foco passou de Israel para as nações. Jesus disse: “O reino de Deus vos será tirado [Israel] e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos [seguidores do Messias]” (Mateus 21:43). Um endurecimento veio sobre Israel até que o número total das nações entrasse (Romanos 11:25).
Uma das principais diferenças entre essas duas épocas é que, no Antigo Testamento, Deus glorificou amplamente a si mesmo ao abençoar Israel, de modo que as nações pudessem ver e saber que o Senhor é Deus.
“Faça ele [o Senhor] justiça ao seu [...] povo de Israel, segundo cada dia o exigir, para que todos os povos da terra saibam que o SENHOR é Deus e que não há outro” (1Reis 8:59-60).
Réplica do Templo de Salomao, idealizada pelo bispo Macedo, da Igreja Universal, estimado em 350 milhoes de dólares
Israel não foi enviada como uma “Grande Comissão” para ajuntar as nações; pelo contrário, ela foi glorificada para que as nações vissem sua grandeza e viessem a ela. Então, quando Salomão construiu o templo do Senhor, foi espetacularmente abundante em revestimentos de ouro.
O Santo dos Santos tinha vinte côvados de comprimento, vinte côvados de largura e vinte côvados de altura. E foi coberto com ouro puro. Ele também cobriu de ouro um altar de cedro. E Salomão revestiu o interior da casa com ouro puro, e fez passar correntes de ouro frente ao Santo dos Santos, o qual também cobriu de ouro. E cobriu de ouro toda a casa, inteiramente. Também cobriu de ouro todo o altar que estava diante do Santo dos Santos. (1Reis 6:20-22)
E quando ele mobiliou o templo, o ouro mais uma vez se tornou igualmente abundante.
Então Salomão fez todos os utensílios que estavam na casa do Senhor: o altar de ouro, a mesa de ouro para os pães da proposição, os castiçais de ouro finíssimo, cinco à direita e cinco no lado sul e cinco no norte diante do Santo dos Santos; as flores, as lâmpadas e as linguetas, também de ouro; as taças, espevitadeiras, bacias, recipientes para incenso e braseiros, de ouro finíssimo; as dobradiças para as portas da casa interior e do Santo dos Santos, também de ouro. (1Reis 7:48-50)
Salomão levou sete anos para construir a casa do Senhor. E então levou treze anos para construir sua própria casa (1Reis 6:38 e 7:1). Ela também era abundante em ouro e pedras de valor (1Reis 7:10).
Então, quando tudo estava construído, o nível de sua opulência é visto em 1Reis 10, quando a rainha de Sabá, representando as nações gentias, vai ver a glória da casa de Deus e de Salomão. Quando ela viu, “ficou como fora de si” (1Reis 10:5). Ela disse: “Bendito seja o SENHOR, teu Deus, que se agradou de ti para te colocar no trono de Israel; é porque o SENHOR ama a Israel para sempre, que te constituiu rei” (1Reis 10:9).
"O padrão no Antigo Testamento é uma religião 'venha-ver' (...) O Novo Testamento apresenta uma religião 'vá-anunciar'" (John Piper)
Em outras palavras, o padrão no Antigo Testamento é uma religião venha-ver. Há um centro geográfico do povo de Deus. Há um templo físico, um rei terreno, um regime político, uma identidade étnica, um exército para lutar as batalhas terrenas de Deus, e uma equipe de sacerdotes para fazer sacrifícios animais pelos pecados.
Com a vinda de Cristo tudo isso mudou. Não há centro geográfico para o Cristianismo (João 4:20-24); Jesus substituiu o templo, os sacerdotes e os sacrifícios (João 2:19; Hebreus 9:25-26); não há regime político Cristão porque o reino de Cristo não é deste mundo (João 18:36); e nós não lutamos batalhas terrenas com carruagens e cavalos ou bombas e balas, mas sim batalhas espirituais com a palavra e o Espírito (Efésios 6:12-18; 2Coríntios 10:3-5).
Tudo isso sustenta a grande mudança na missão. O Novo Testamento não apresenta uma religião venha-ver, mas uma religião vá-anunciar. “Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mateus 28:18-20).
As implicações disso são enormes para a forma que vivemos e a forma que pensamos a respeito de dinheiro e estilo de vida. Uma das implicações principais é que nós somos “peregrinos e forasteiros” (1Pedro 2:11) na terra. Nós não usamos este mundo como se ele fosse nosso lar de origem. “A nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo” (Filipenses 3:20).
Isso leva a um estilo de vida em pé de guerra. Isso significa que nós não acumulamos riquezas para mostrar ao mundo o quão rico nosso Deus pode nos fazer. Nós trabalhamos duro e buscamos uma austeridade em pé de guerra pela causa de espalhar o evangelho até os confins da terra. Nós maximizamos o esforço de guerra, não os confortos de casa. Nós criamos nossos filhos com a visão de ajudá-los a abraçar o sofrimento que irá custar para finalizar a missão.
Vergonha: Evangélicos brasileiros gastam mais com Coca-cola do que com missões
Então, se um pregador da prosperidade me questiona sobre as promessas de riqueza para pessoas fiéis no Antigo Testamento, minha resposta é: Leia seu Novo Testamento com cuidado e veja se você encontra a mesma ênfase. Você não irá encontrar. E a razão é que as coisas mudaram dramaticamente.
“Porque nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele. Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes” (1Timóteo 6:7-8). Por quê? Porque o chamado a Cristo é um chamado para participar de seus sofrimentos “como um bom soldado de Cristo Jesus” (2 Timóteo 2:3). A ênfase do Novo Testamento não são as riquezas que nos atraem para o pecado, mas o sacrifício que nos resgata dele.
Uma confirmação providencial de que Deus planejou esta distinção entre uma orientação venha-ver no Antigo Testamento e uma orientação vá-anunciar no Novo Testamento, é a diferença entre o idioma do Antigo Testamento e o idioma do Novo. Hebraico, o idioma do Antigo Testamento, não era compartilhado por nenhum outro povo no mundo antigo. Era unicamente de Israel. Isto é um contraste surpreendente com o Grego, o idioma do Novo Testamento, que era o idioma de comércio do mundo romano. Então, os próprios idiomas do Antigo e do Novo Testamentos sinalizam a diferença de missões. O hebraico não era apropriado para missões no mundo antigo. O grego era perfeitamente apropriado para missões no mundo romano.
***
Este post é parte de uma série de dez artigos do John Piper publicados no blog Voltemos ao Evangelho. Para ver a série completa, clique aqui





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Virou Crente ?




“Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus. Porque João veio a vós no caminho da justiça, e não o crestes, mas os publicanos e as meretrizes o creram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para o crer.”
Mateus 21.31-32


Dia desses conversávamos sobre pessoas que se arrependem e mudam de vida. Mas sempre tem alguém que fica inconformado e caçoa: "É assim... Depois que pintou e bordou, se prostituiu, usou droga, matou, roubou, traiu... de uma hora para outra vira crente e fica santo! É muita cara de pau!"

Cara de pau por quê? Seria preferível seguir num estilo de vida destrutivo de si e dos outros? Arrepender-se, pedir perdão e mudar de vida é algo ruim ou desonroso?

Certamente se quem tece esse tipo de comentário tivesse alguém na família com uma vida desregrada e/ou criminosa, que tivesse dado essa meia-volta rumo a Deus, agradeceria por ver a mudança. Ou, porventura, se alegraria em ver a degradação da família e de um membro dela até o fim, só para ter de quem falar mal?

Ao tecer esse tipo comentário, tais pessoas querem mostrar como são boas diante de Deus ou melhores que as demais: como se elas próprias não tivessem seus esqueletos escondidos no armário e não precisassem de mudança de vida (Lucas 13.5); como se não estivessem agindo como o fariseu que condenou o publicano (na parábola contada por Jesus em Lucas 18.9-14)... Como se achassem que até o próprio Deus está muito satisfeito com sua arrogância, cegueira (para ver seus próprios erros), falta de arrependimento, de amor, de misericórdia e de gratidão a Ele! (Romanos 1.21)

Ignorando o que Deus pode fazer na vida de um homem, muitos deixam de aproximar-se do Senhor Jesus Cristo, que veio buscar e salvar o que estava perdido. Porque os sadios não precisam de médicos mas os doentes sim. (Marcos 2.17)

Negar a doença do pecado não resolve o problema. Antes agrava-se o estado de quem não busca o necessário tratamento. Tentar curar-se sozinho é inútil porque apenas Jesus Cristo pode ministrar essa cura: somente Ele morreu pelas nossas transgressões, pagando a penalidade devida, já que era impossível salvarmos-nos por nossos esforços, contaminados pelo nosso pecado. (João 14.6; Atos 4.12)

Tampouco melhora a situação de um paciente escarnecer de quem está em tratamento ou se vangloriar de que "não está tão mal" – essa negação esconde a rebeldia e a insensatez que nos matam, e que, a longo prazo, podem fazer com que vivamos nossa vida sem jamais provar o amor e a libertação que há em Cristo, sem os quais jamais poderemos estar junto a Deus. O pecado encontrou sua punição única, total e devida na cruz de Cristo. (1Pedro 2.24)

Um pecador não é perdoado por uma boa obra (ou por várias), assim como um homicida não é isento de pena por ser e sempre ter sido um bom pai, um bom marido, um homem educado e querido por todos, que paga seus impostos e contas em dia. Apenas Jesus, que entregou-se ao castigo por nossos pecados, pode dar-nos o perdão de que necessitamos. E o fará graciosamente a todos os que decidirem deixar o pecado, confiar nEle e segui-lo – e isso inclui você! (Atos 2.38; 3.19)

Pense bem antes de fazer comentários sobre quem foi tão agraciado com o amor de Deus e mudou de vida: lembre-se de que mais foi amado quem mais foi perdoado! (Lucas 7.47) Talvez lhe ajude imaginar a reação de Deus ao ouvir seu gracejo infeliz sobre a vida de alguém que ele fez nascer de novo, depois de tê-lo amado tanto, ao ponto de haver entregue seu único Filho, Jesus Cristo, a uma torturante morte na cruz, para salvá-lo! (João 3.36)

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terça-feira, 20 de setembro de 2011

Viver Um Mundo Virtual

“Entrei apressado e com muita fome no restaurante. Escolhi uma mesa bem afastada do movimento, porque queria aproveitar os poucos minutos que dispunha naquele dia, para comer e acertar alguns bugs de programação num sistema que estava a desenvolver, além de planear a minha viagem de férias, coisa que há tempos que não sei o que são.
Pedi um filete de salmão com alcaparras em manteiga, uma salada e um sumo de laranja, afinal de contas fome é fome, mas regime é regime não é?
Abri o meu portátil e apanhei um susto com aquela voz baixinha atrás de mim:
- Senhor, não tem umas moedinhas?
- Não tenho, menino.
- Só uma moedinha para comprar um pão.
- Está bem, eu compro um.
Para variar, a minha caixa de entrada está cheia de e-mail.
Fico distraído a ver poesias, as formatações lindas, rindo com as piadas malucas.
Ah! Essa música leva-me até Londres e às boas lembranças de tempos áureos.
- Senhor, peça para colocar margarina e queijo.
Percebo nessa altura que o menino tinha ficado ali.
- Ok. Vou pedir, mas depois deixas-me trabalhar, estou muito ocupado, está bem?
Chega a minha refeição e com ela o meu mal-estar. Faço o pedido do menino, e o empregado pergunta-me se quero que mande o menino ir embora.
O peso na consciência, impedem-me de o dizer.
Digo que está tudo bem. Deixe-o ficar. Que traga o pão e, mais uma refeição decente para ele.
Então sentou-se à minha frente e perguntou:
- Senhor o que está fazer?
- Estou a ler uns e-mail.
- O que são e-mail?
- São mensagens electrónicas mandadas por pessoas via Internet (sabia que ele não ia entender nada, mas, a título de livrar-me de questionários desses): – É como se fosse uma carta, só que via Internet.
- Senhor você tem Internet?
- Tenho sim, essencial no mundo de hoje.
- O que é Internet ?
- É um local no computador, onde podemos ver e ouvir muitas coisas, notícias, músicas, conhecer pessoas, ler, escrever, sonhar, trabalhar, aprender. Tem de tudo no mundo virtual.

- E o que é virtual?
Resolvo dar uma explicação simplificada, sabendo com certeza que ele pouco vai entender e deixar-me-ia almoçar, sem culpas.
- Virtual é um local que imaginamos, algo que não podemos tocar, apanhar, pegar… é lá que criamos um monte de coisas que gostaríamos de fazer.
Criamos as nossas fantasias, transformamos o mundo em quase como queríamos que fosse.
- Que bom isso. Gostei!
- Menino, entendeste o significado da palavra virtual?
- Sim, também vivo neste mundo virtual.
- Tens computador?! – Exclamo eu!!!
- Não, mas o meu mundo também é vivido dessa maneira…Virtual.

A minha mãe fica todo dia fora, chega muito tarde, quase não a vejo, enquanto eu fico a cuidar do meu irmão pequeno que vive a chorar de fome e eu dou-lhe água para ele pensar que é sopa, a minha irmã mais velha sai todo dia também, diz que vai vender o corpo, mas não entendo, porque ela volta sempre com o corpo, o meu pai está na cadeia há muito tempo, mas imagino sempre a nossa família toda junta em casa, muita comida, muitos brinquedos de natal e eu a estudar na escola para vir a ser um médico um dia.
Isto é virtual não é senhor???
Fechei o portátil, mas não fui a tempo de impedir que as lágrimas caíssem sobre o teclado.
Esperei que o menino acabasse de literalmente “devorar” o prato dele, paguei, e dei-lhe o troco, que me retribuiu com um dos mais belos e sinceros sorrisos que já recebi na vida e com um “Brigado senhor, você é muito simpático!”.
Ali, naquele instante, tive a maior prova do virtualismo insensato em que vivemos todos os dias, enquanto a realidade cruel nos rodeia de verdade e fazemos de conta que não percebemos!”



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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Proteção

...

As
coisas acontecem na hora
certa.
Exatamente quando devem
acontecer!
Momentos felizes, louve a
Deus.
Momentos difíceis,
busque a Deus.
Momentos silenciosos,
adore a Deus.
Momentos
dolorosos, confie em Deus.
Cada momento,
agradeça a Deus.

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Você Levantaria ?


Havia um professor de filosofia que era um ateu convicto.
Sempre
sua meta principal era tomar um semestre
inteiro para provar que DEUS não
existe.

Os estudantes
sempre tinham medo de argui-lo por causa da sua
lógica impecável.

Por
20 anos ensinou e mostrou que jamais haveria
alguém que ousasse
contrariá-lo, embora, às vezes surgisse alguém que o
tentasse, nunca
o venciam.

No final de todo semestre, no último dia,
fazia a
mesma pergunta à sua classe de 300 alunos:

- Se há alguém aqui
que
ainda acredita em Jesus, que fique de pé!

Em 20 anos ninguém
ousou
levantar-se.
Sabiam o que o professor faria em
seguida.
Diria : -
Porque qualquer um que acredita em Deus é um
tolo! Se Deus existe impediria que
este giz caísse ao chão e se
quebrasse.


Esta
simples questão provaria que Ele existe,
mas, não pode fazer isso!
E todos
os anos soltava o giz, que
caia ao chão partindo-se em pedaços.

E todos
os estudantes
apenas ficavam quietos, vendo a DEMONSTRAÇÃO.

A maioria
dos
alunos pensavam que Deus poderia não existir. Certamente, havia alguns
cristãos
mas, todos tiveram muito medo de ficar de pé.
Bem.... há
alguns
anos chegou a vez de um jovem cristão que tinha ouvido sobre a
fama daquele
professor. O jovem estava com medo, mas, por 3 meses
daquele semestre orou todas
as manhãs, pedindo que tivesse coragem
de se levantar, não importando o que o
professor dissesse ou o que a
classe pensasse. Nada do que dissessem abalaria
sua fé... ao menos
era seu desejo.

Finalmente o dia chegou. O professor
disse:
-
Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé!
O
professor e os 300 alunos viram, atônitos, o rapaz levantar-se no fundo
da
sala.
O professor gritou:
- Você é um TOLO!!! Se
Deus existe
impedirá que este giz caia ao chão e se quebre!
E
começou a erguer o braço,
quando o giz escorregou entre seus dedos,
deslizou pela camisa, por uma das
pernas da calça, correu sobre o
sapato e ao tocar no chão simplesmente rolou,
sem se quebrar.
O
queixo do professor caiu enquanto seu olhar,
assustado, seguia o
giz.
Quando o giz parou de rolar levantou a cabeça...
encarou o
jovem e... saiu apressadamente da sala.

O rapaz caminhou
firmemente
para a frente de seus colegas e, por meia hora, compartilhou sua fé
em
Jesus.

Os 300 estudantes ouviram, silenciosamente, sobre o amor
de
Deus por todos e sobre seu poder através de Jesus.
Muitas
vezes passamos
por situações em que acreditamos que "nosso giz" vai quebrar, mas
Deus,com sua infinita sabedoria e poder faz o contrário.

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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Frase Da Semana - Escolha de DEUS

Deus não escolhe os preparados.Mas prepara os escolhidos...
                                      


























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Por que há filhos de crentes no tráfico de drogas?



Por que há filhos de crentes no meio da bandidagem e no tráfico de drogas? Aí está uma pergunta de resposta aparentemente fácil. Quem é que ainda não ouviu isso: "a maioria dos nomes dos presidiários brasileiros são nomes bíblicos. Afinal por que isso acontece? Será por falta de cuidados? tempo excessivo gasto na Igreja e negligência no cuidado dos pequenos? A primeira vista pode parecer um assunto de fácil dedução, mas eu descobri que não.

Uma das ilações mais ouvidas é: "a culpa é das mães dessas crianças que ficam orando em demasia dentro das Igrejas, enquanto seus filhos estão com más companhias do lado de fora. Excesso de oração e falta de acompanhamento do que eles fazem. Será?

Dona Nilza Maria é mãe de Diego Raimundo da Silva Santos - o braço direito do chefe de tráfico das favelas do Complexo do Alemão, o Luciano Pezão. Foi ela, uma senhora evangélica que junto com o filho pastor e alguns amigos crentes, convenceram o jovem a se entregar ao delegado do 6º DP., Dr. Luiz Alberto Cunha de Andrade.

O eletricista Ivanildo Dias Trindade, evangélico de 55 anos, também seguiu o exemplo de Dona Nilza e levou o filho Carlos Augusto, o Pingo, a se entregar à Polícia carioca. Também há uns dois anos, o padrasto daquele garoto que roubou o carro de uma senhora e arrastou o filhinho dela preso na porta do carro por alguns quilômetros - também era evangélico. Não há, portanto, nenhum segredo em dizer que há mesmo muitos filhos de crentes envolvidos na vida criminosa.

Para os que tenta explicar de uma maneira fácil esta questão, vamos ao seguinte fato: Deus criou o primeiro Casal: Adão e Eva, e eles geraram Caim e Abel. Caim foi o primeiro criminoso sobre a terra, segundo o que se lê nas Sagradas Escrituras. Onde foi que Adão e Eva erraram? Eles oravam demais? Iam a Igreja? Não tinham tempo para conversar com os filhos? Eram pessoas muito ocupadas? Para todas estas perguntas, eu creio que as respostas sejam a mesma: não!

Esaú o filho gêmeo de Isaque e Rebeca planejou a morte do irmão que lhe passou a perna no caso da bênção da primogenitura. O resultado foi que jurou de morte o irmão esperto: Jacob. Só não chegou a matá-lo, porque Deus interveio.

José, o primeiro filho de Jacob com Raquel, sofreu muito na mão dos irmãos. Foi amarrado, jogado num poço, vendido como escravo, acusado injustamente por uma mulher adúltera, preso, esquecido na prisão - e apesar de tudo isto, não se tornou um criminoso.

O Rei Davi, o homem que tinha um coração segundo Deus, foi o maior Rei sobre a nação de Israel. Um de seus filhos praticou um incesto com a irmã, outro filho vingou o incesto matando o irmão, e mais tarde se voltou contra o pai e tentou matá-lo, seguindo conselhos malignos.

O que estes fatos têm em comum? a contaminação da raça humana pelo pecado. Ele espreita bem de perto, principalmente as famílias dos crentes, para destruir, envergonhar, escandalizar e manchar de vergonha qualquer família cristã. Contra isso, só orações, jejum e muita conversa ao pé do ouvido com os filhos.

Não quero dizer com isso que a maioria dos casos de bandidagem entre os filhos de crentes está a falta de coragem dos pais em confrontar os filhos, fingindo que eles são bons meninos. Conheci um grande pastor perdeu três filhos assassinados. Todos eles envolvidos de alguma forma com más companhias. Estar atento ao que acontece com os filhos é o grande dever dos pais. Conheço também um caso bem sucedido. Pai e mãe cristãos trabalhavam de segunda à sábado. Os filhos ficavam com a avó e também na rua perambulando com outras crianças. Quando o pai descobriu que o filho de 04 anos pegava o ônibus do bairro para ir roubar brinquedos no Largo 13 de Maio, em São Paulo - ficou horrorizado. Tratou de mudar da capital para um lugar bem longe destas companhias. Sua drástica atitude evitou que aquela criança se tornasse um criminoso mais tarde.

Por que há filhos de pais crentes que envolvidos no tráfico de drogas e na bandidagem? Explicações são várias, e nenhuma delas seria suficiente para explicar de fato. Há um fator no Brasil que não é intrínseco aos pais que traz grande dor de cabeça: nenhum adolescente pode trabalhar antes dos 16 e 18 anos. Eu pergunto: é fácil para um jovem de 18 anos aprender a trabalhar já quase adulto? É corretíssima a Lei que dispõe sobre a obrigação dos pais matricularem seus filhos na escola e mantê-los apenas estudando até os 18 anos. Por acaso os criminosos respeitam esta lei? Não, não respeitam. Eles exploram as necessidades destes adolescentes, geralmente sem dinheiro algum no bolso, para conduzi-los ao mau passo. O governo não deixa, mas há emprego garantido no tráfico para os filhos dos mais pobres.

A conclusão que chego é que, em alguns casos, a falha está na falta de amor dos próprios pais, que pensam que amar é somente passar a mão na cabeça dos filhos e fingir que não veem e não confrontam seus malfeitos. Em outros casos, há pais de conduta irrepreensível que possuem filhos criminosos. Uma atitude eu não posso negar: Deus confrontou Caim; Os irmãos de José foram confrontados com suas próprias consciências quando estiveram em apuros no Egito; Deus impediu o intento criminoso de Esaú quanto à Jacob. Davi só não perdeu a família toda para o diabo, porque se arrependeu e era um homem de oração. E por fim há um caso de grande exemplo na Bíblia para os pais que estão passando pela angústia de ter filhos criminosos: é o exemplo do Pai do filho pródigo. Se ele não fosse um pai amoroso nem tivesse um coração perdoador, seu filho caçula teria sido mal recebido e teria feito meia volta e fatalmente seria um criminoso.

Sempre houve e sempre haverá criminosos no meio de famílias decentes e honradas, como também no meio de famílias de cultura criminosa pode ter filhos que são corretos e trabalhadores. O que não pode acontecer é negar o perdão e um abraço amoroso para quem deseja recomeçar, nem deixar o filho morrer no crime sem confrontá-lo e aconselhá-lo a acertar as contas com a justiça. É uma situação muito difícil, que somente a misericórdia de Deus pode ajudar. O que não pode se esquecido é que os filhos são herança de Deus aos pais e que esta herança pode ser um suplício por uma falha de atitude dos pais: ou falta de oração, ou falta de encaminhar seus pequenos para a Casa de Deus, ou falta de amor por não corrigil-os antes que o diabo os leve à destruição. Que Deus nos guarde e aos nossos filhos também



Por;Home biblia
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